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	<title>la-rochefoucauld &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/la-rochefoucauld/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "la-rochefoucauld"</description>
	<pubDate>Wed, 15 Oct 2008 23:11:02 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[LA   AVARICIA   ( Y  LOS  MERCADOS   FINANCIEROS )]]></title>
<link>http://misiglo.wordpress.com/?p=1931</link>
<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 19:57:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>jjulio</dc:creator>
<guid>http://misiglo.hu.wordpress.com/2008/09/18/la-avaricia-y-los-mercados-financieros/</guid>
<description><![CDATA[
&#8220;Le Monde&#8221;  (como ya dije en Mi Siglo el 13 de septiembre) continúa ofreciendo imáge]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://misiglo.wordpress.com/files/2008/09/la-avaricia.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1932" title="la-avaricia" src="http://misiglo.wordpress.com/files/2008/09/la-avaricia.jpg" alt="" width="500" height="618" /></a></p>
<p><em>"Le Monde"  (como ya dije en <strong>Mi Siglo</strong> el 13 de septiembre) continúa ofreciendo imágenes que nos puedan llevar a la lectura de" <strong>La Comedia humana"</strong> de <strong>Balzac</strong> y de nuevo muchas frases acuden aquí para comentar la avaricia (Si añadimos además la actualidad que nos arroja estos días los mercados financieros)</em></p>
<p>"La extremada avaricia - <em>escribe, por ejemplo</em>, <strong>La Rochefoucauld</strong> - se engaña casi siempre: no hay ninguna pasión que se aleje tanto de su fin, ni sobre la cual el presente tenga tanto poder en perjuicio del porvenir".</p>
<p>"Muy a menudo la avaricia produce resultados contrarios - <em>dice también</em> <strong>La Rochefoucauld</strong> -; existe una cantidad infinita de gente que sacrifican todo su bien a esperanzas dudosas y lejanas; otras desprecian importantes ventajas futuras por pequeños intereses presentes".</p>
<p>"Al pobre le faltan muchas cosas; pero al avaro, todas".- <em>recuerda</em> <strong>Publio Siro</strong> <em>en sus</em> "<em>Sentencias".</em></p>
<p>"Por muy enterrado y guardado que tenga el avaro su dinero - <em>escribe</em> <strong>Antonio de Guevara</strong> en sus "<em>Epístolas</em> <em>familiares</em>" -, de nadie lo guarda tanto como lo guarda de sí mismo; porque si echa dos llaves al cofre para guardar, echa doscientas a su corazón para no gastar".</p>
<p><em>Y reza la sabiduría de un Anónimo de este modo</em>: "La avaricia es un continuo vivir en la pobreza por miedo a ser pobre".</p>
<p>(<em>Imagen: ilustración de "Le Monde" para el lanzamiento de "La Comedia humana" de Balzac</em>)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Amor e a Vida]]></title>
<link>http://bartolote.wordpress.com/?p=759</link>
<pubDate>Fri, 22 Aug 2008 01:46:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rebeca Bartolote</dc:creator>
<guid>http://bartolote.hu.wordpress.com/2008/08/21/o-amor-e-a-vida/</guid>
<description><![CDATA[O amor é uma imagem da nossa vida. Tanto o primeiro como a segunda estão sujeitos às mesmas revol]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span class="maintext">O amor é uma imagem da nossa vida. Tanto o primeiro como a segunda estão sujeitos às mesmas revoluções e mudanças. A sua juventude é resplandecente, alegre e cheia de esperanças porque somos felizes por ser jovens tal como somos felizes por amar. Este agradabilíssimo estado leva-nos a procurar outros bens muito sólidos. Não nos contentamos nessa fase da vida com o facto de susbsistirmos, queremos progredir, ocupamo-nos com os meios para nos aperfeiçoarmos e para assegurar a nossa boa sorte. Procuramos a protecção dos ministros, mostrando-nos solícitos e não aguentamos que outrem queira o mesmo que temos em vista. Este estímulo cumula-nos de mil trabalhos e esforços que logo se apagam quando alcançamos o desejado. Todas as nossas paixões ficam então satisfeitas e nem por sombras podemos imaginar que a nossa felicidade tenha fim.</span></p>
<p style="text-align:left;"><span class="maintext">No entanto, esta felicidade raramente dura muito e fatiga-se da graça da novidade. Para possuirmos o que desejámos não paramos de desejar mais e mais. Habituamo-nos ao que temos, mas os mesmos haveres não conservam o seu preço, como nem sempre nos tocam do mesmo modo. Mudamos imperceptivelmente sem disso nos apercebermos. O que já adquirimos torna-se parte de nós mesmos e sofreríamos muito com a sua perda, mas já não somos sensíveis ao prazer de conservar o adquirido. A alegria já não é viva, procuramos noutro lado que não naquele que tanto desejámos. Esta inconstância involuntária acontece com o tempo que, sem querermos, não perdoa: mexe no nosso amor e na nossa vida. Apaga sub-repticiamente dia-a-dia algo da nossa juventude e da nossa alegria, destruindo os nossos maiores encantos. Tornamo-nos mais circunspectos e juntamos negócios às paixões. O amor já não subsiste por si mesmo, indo alimentar-se de ajudas exteriores. Este estádio do amor corresponde àquela idade em que começamos a ver por onde devemos acabar com ele, mas não temos a força para acabar directamente. No declínio, no amor como no da vida, ninguém quer resolver-se a evitar a maneira de prevenir os desgostos que ainda estão por vir; ainda se vive para aceitar os males futuros, mas não para os rpazeres. Os ciúmes, a desconfiança, o medo de nos tornarmos maçadores e o medo que nos abandonem são males ligados à velhice do amor, tal como as doenças se agarram à demasiado longa duração da vida. Nesta idade, sentimo-nos viver, porque sentimos que estamos doentes, como só sabemos que estamos apaixonados quando sentimos as penas do amor. Só se sai do adormecimento das relações demasiado longas pelo enfado e pelo desgosto de ainda nos vermos agarrados. Enfim, de todas as decrepitudes, a do amor é a mais insuportável.</p>
<p><em></em></span>
</p>
<p style="text-align:right;"><span class="maintext"><em>La Rochefoucauld, </em>em<em> 'Reflexões'</em></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Why we are miserable - La Rochefoucauld - or how we can be happier!]]></title>
<link>http://robertg69.wordpress.com/?p=1071</link>
<pubDate>Mon, 28 Jul 2008 22:07:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>BobG in Vancouver</dc:creator>
<guid>http://robertg69.hu.wordpress.com/2008/07/28/why-we-are-miserable-la-rochefoucauld/</guid>
<description><![CDATA[He said:
Little is needed to make a wise (hu)man happy, but nothing can content a fool. That is why ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>He said:</p>
<blockquote><p>Little is needed to make a wise (hu)man happy, but nothing can content a fool. That is why nearly all are miserable (in this world).</p></blockquote>
<p><a href="http://williambirvine.com/">William B. Irvine</a> inserts this quote in the second page of his book "<em><a class="zem_slink" title="Why We Want What We Want" rel="wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Desire_%28DC_Comics%29">On Desire</a>: or why we want what we want".</em></p>
<p>On writes about this book in these terms:</p>
<blockquote><p><em><span style="font-size:x-small;">We want what we want not because getting it will give        us a happy, meaningful life, but because our ancestors who wanted the        thing in question were more likely to survive and reproduce than those who        didn't. Indeed, if we want to have a happy, meaningful life, it is        important for us, rather than attempting to satisfy whatever desires pop        into our heads, to master desire to the extent possible.</span></em></p></blockquote>
<div class="zemanta-pixie" style="margin-top:10px;height:15px;"><a class="zemanta-pixie-a" title="Zemified by Zemanta" href="http://reblog.zemanta.com/zemified/8dd254bb-c029-4bf8-a800-8b550c2e9539/"><img class="zemanta-pixie-img" style="border:medium none;float:right;" src="http://img.zemanta.com/reblog_e.png?x-id=8dd254bb-c029-4bf8-a800-8b550c2e9539" alt="Zemanta Pixie" /></a></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://sitiodascitacoes.wordpress.com/?p=2035</link>
<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 23:58:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Meg</dc:creator>
<guid>http://sitiodascitacoes.hu.wordpress.com/2008/07/22/2035/</guid>
<description><![CDATA[
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://sitiodascitacoes.files.wordpress.com/2008/07/rochefoucauld871.jpg"></a><a href="http://sitiodascitacoes.files.wordpress.com/2008/07/rochefoucauld872.jpg"></a><a href="http://sitiodascitacoes.files.wordpress.com/2008/07/rochefoucauld2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2807" src="http://sitiodascitacoes.wordpress.com/files/2008/07/rochefoucauld2.jpg" alt="" width="450" height="533" /></a><a href="http://sitiodascitacoes.files.wordpress.com/2008/07/rochefoucauld87.jpg"></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://sitiodascitacoes.wordpress.com/?p=1827</link>
<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 16:45:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Meg</dc:creator>
<guid>http://sitiodascitacoes.hu.wordpress.com/2008/07/22/1827/</guid>
<description><![CDATA[
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://sitiodascitacoes.files.wordpress.com/2008/07/rochefoucauld.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1826" src="http://sitiodascitacoes.wordpress.com/files/2008/07/rochefoucauld.jpg" alt="" width="450" height="527" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[LA ROCHEFOUCAULD 3: AUTORRETRATO]]></title>
<link>http://juanguillermotejeda.wordpress.com/?p=1118</link>
<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 13:09:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>jgtejeda</dc:creator>
<guid>http://juanguillermotejeda.hu.wordpress.com/2008/07/09/la-rochefoucauld-3-autorretrato/</guid>
<description><![CDATA[
Soy de estatura mediana, porte suelto y bien proporcionado. Tengo la tez morena, pero bastante lisa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://juanguillermotejeda.files.wordpress.com/2008/07/lettre-de-la-rochefoucfauld2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1119" src="http://juanguillermotejeda.wordpress.com/files/2008/07/lettre-de-la-rochefoucfauld2.jpg?w=205" alt="" width="205" height="300" /></a></p>
<p><span style="color:#800000;">Soy de estatura mediana, porte suelto y bien proporcionado. Tengo la tez morena, pero bastante lisa, la frente elevada y de racioinal tamaño corriente, los ojos negros, pequeños y hundidos, y las cejas negras y tupidas, pero bien dibujadas. Muy difícil me sería decir cómo tengo la nariz, pues ni es chata ni aguileña, ni gruesa ni puntiaguda, al menos eso es lo que yo creo. Sólo sé que es más grande que pequeña, y que se prolonga en demasía hacia abajo. Tengo la boca grande y los labios bastante rojos de ordinario y ni bien ni mal dibujados. Tengos los dientes blancos y pasablemente bien ordenados..... Hay algo triste y orgulloso en mi expresión; esto hace pensar a la mayoría de la gente que son despreciativo, cuando no lo soy en absoluto. Tengo fácil el ademán, incluso demasiado y hasta el punto de hacer gestos al hablar...</span></p>
<p>Siempre me llamó la atención este texto donde el duque se describe minuciosamente a sí mismo, con algo de desapego y al mismo tiempo cuidando de hacerlo de manera cabal. Intenté, sin conseguirlo, escribir también un retrato de mí mismo.... pudiera ser un buen ejercicio para estudiantes de literatura.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[LA ROCHEFOUCAULD 2]]></title>
<link>http://juanguillermotejeda.wordpress.com/?p=987</link>
<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 15:10:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>jgtejeda</dc:creator>
<guid>http://juanguillermotejeda.hu.wordpress.com/2008/06/26/la-rochefoucauld-2/</guid>
<description><![CDATA[
Hay gentes que no se hubieran enamorado jamás, de no haber oído hablar del amor.
Los griegos no t]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://juanguillermotejeda.files.wordpress.com/2008/06/463px-roemer1.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-988" src="http://juanguillermotejeda.wordpress.com/files/2008/06/463px-roemer1.jpg?w=74" alt="" width="74" height="96" /></a></p>
<p><span style="color:#800000;"><em>Hay gentes que no se hubieran enamorado jamás, de no haber oído hablar del amor.</em></span></p>
<p>Los griegos no tienen una palabra para lo que hoy entedemos como amor. Ellos tenían la <em>filía</em> (que es un cariño amistoso, una afición), o el <em>eros</em> (la atracción sexual). El <em>amor</em> es un invento probablemente medieval, un saco que contiene sólo bondades y ninguna maldad hacia el otro, y que además posee rasgos de incondicionalidad, eternidad, etc. Los más grandes propagandistas del amor son los curas y monjas, que han renunciado a él. El amor, así, resulta abrumador. Pero al mismo tiempo nos atrae, como nos puede atraer el paraíso, y tratamos de estar a la altura. Nos enamoramos para participar de esas dichas prometidas (que jamás se cumplen). Por otra parte, y al margen de lo que señala nuestro autor de máximas, el enamoramiento es un impulso animal que por un tiempo limitado pone a la pasión por encima de la razón, con el objetivo de salvar las diferencias y distancias que hay de un cuerpo a otro. Sin enamoramiento es difícil la cópula integral con la que se inauguran muchas sociedades amorosas.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[LA ROCHEFOUCAULD 1]]></title>
<link>http://juanguillermotejeda.wordpress.com/?p=945</link>
<pubDate>Sun, 22 Jun 2008 12:30:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>jgtejeda</dc:creator>
<guid>http://juanguillermotejeda.hu.wordpress.com/2008/06/22/la-rochefoucauld-1/</guid>
<description><![CDATA[
Establecemos reglas para los demás y excepciones para nosotros.
Me pareció muchos años irritante]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://juanguillermotejeda.files.wordpress.com/2008/06/jacques-louis_david_leonidas.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-947" src="http://juanguillermotejeda.wordpress.com/files/2008/06/jacques-louis_david_leonidas.jpg?w=300" alt="" width="300" height="223" /></a></p>
<p><span style="color:#800000;"><em>Establecemos reglas para los demás y excepciones para nosotros.</em></span></p>
<p>Me pareció muchos años irritante el pesimismo de La Rochefoucauld en sus máximas, aunque me llamó la atención de entrada un breve texto donde se hace él un autorretrato. Hombre sagaz, espíritu libre, nos dejó estas máximas que, según analiza Barthes, constan casi siempre de dos partes enfrentadas y unidas por una cópula o torniquete verbal. Vuelvo a leerlas en estos días y ya no me parecen pesimistas, sino bastante justas. Por lo que parece el tiempo me ha cambiado a mí, porque La Rochefoucauld no ha cambiado sus máximas en los últimos años, que yo sepa.</p>
<p>Las reglas son sujeciones que acordamos con los demás para evitar los excesos del comportamiento humano (ahí está Hobbes), y al hacerlo pensamos sobre todo en los daños que podemos recibir en una convivencia sin leyes. Al generar la regla, pues, queremos ganar mucho y perder poco. Y los que están en una posición de natural más fuerte prefieren que no haya demasiadas regulaciones. La regla ideal sería, pues, aquella obligatoria para el resto y ante la cual estemos facultados para gozar de algún tipo de excepción. Nuestro caso siempre tiende a ser "distinto".</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Цитата дня]]></title>
<link>http://elijahsagan.wordpress.com/?p=20</link>
<pubDate>Thu, 01 May 2008 13:38:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Elijah Sagan</dc:creator>
<guid>http://elijahsagan.hu.wordpress.com/2008/05/01/%d1%86%d0%b8%d1%82%d0%b0%d1%82%d0%b0-%d0%b4%d0%bd%d1%8f-2/</guid>
<description><![CDATA[«Нам легче полюбить тех, кто нас ненавидит, нежели тех, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>«Нам легче полюбить тех, кто нас ненавидит, нежели тех, кто любит сильнее, чем нам хочется».</p>
<p><em>© François VI, duc de La Rochefoucauld</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://idezet.wordpress.com/2008/02/01/1227/</link>
<pubDate>Fri, 01 Feb 2008 10:26:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>idezet</dc:creator>
<guid>http://idezet.hu.wordpress.com/2008/02/01/1227/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Az igazi barát a legnagyobb kincs - és minden kincs közül ennek megszerzésére gondolunk]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">"Az igazi barát a legnagyobb kincs - és minden kincs közül ennek megszerzésére gondolunk legkevesebbet." (<strong>La Rochefoucauld</strong>) </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La Rochefoucauld]]></title>
<link>http://citatecitite.wordpress.com/2007/11/17/la-rochefoucauld/</link>
<pubDate>Sat, 17 Nov 2007 10:25:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>danfintescu</dc:creator>
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<description><![CDATA[L&#8217;esperance, toute trompeuse qu&#8217;elle est, sert au moins a nou mener a la fin de la vie p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>L'esperance, toute trompeuse qu'elle est, sert au moins a nou mener a la fin de la vie par un chemin agreable.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://idezet.wordpress.com/2007/10/10/930/</link>
<pubDate>Wed, 10 Oct 2007 08:45:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>idezet</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;Semmi sem gátolja annyira, hogy természetesek legyünk, mint az, ha természetesnek akarunk]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>"Semmi sem gátolja annyira, hogy természetesek legyünk, mint az, ha természetesnek akarunk látszani." (<strong>La Rochefoucauld</strong>)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://idezet.wordpress.com/2007/09/10/855/</link>
<pubDate>Mon, 10 Sep 2007 12:03:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>idezet</dc:creator>
<guid>http://idezet.hu.wordpress.com/2007/09/10/855/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Az igazság szeretete a legtöbb emberben nem egyéb, mint félelem az igazságtalanság elsz]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>"Az igazság szeretete a legtöbb emberben nem egyéb, mint félelem az igazságtalanság elszenvedésétől." (<strong>La Rochefoucauld</strong>)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://idezet.wordpress.com/2007/09/07/847/</link>
<pubDate>Fri, 07 Sep 2007 09:21:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>idezet</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;A barátság legnagyobb próbája nem az, ha a magunk hibáit tárjuk fel barátunknak, hanem]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>"A barátság legnagyobb próbája nem az, ha a magunk hibáit tárjuk fel barátunknak, hanem ha neki tárjuk fel az övéit." (<strong>La Rochefoucauld</strong>)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://idezet.wordpress.com/2007/09/05/838/</link>
<pubDate>Wed, 05 Sep 2007 18:20:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>idezet</dc:creator>
<guid>http://idezet.hu.wordpress.com/2007/09/05/838/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Ha szemrehányást teszünk valakinek, mert hibázott, akkor nem annyira a jóság, mint ink]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>"Ha szemrehányást teszünk valakinek, mert hibázott, akkor nem annyira a jóság, mint inkább a gőg szól belőlünk, s kifogásaink korántsem a másik jó útra terelését, hanem inkább a magunk tökéletességének fitogtatását célozzák."<br />
(<strong>La Rochefoucauld</strong>)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://idezet.wordpress.com/2007/09/05/837/</link>
<pubDate>Wed, 05 Sep 2007 10:15:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>idezet</dc:creator>
<guid>http://idezet.hu.wordpress.com/2007/09/05/837/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Irigységünk mindig tovább tart, mint azoknak a boldogsága, akiket irigylünk.&#8221; (La ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>"Irigységünk mindig tovább tart, mint azoknak a boldogsága, akiket irigylünk." (<strong>La Rochefoucauld</strong>)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://idezet.wordpress.com/2007/05/04/276/</link>
<pubDate>Thu, 03 May 2007 23:00:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>idezet</dc:creator>
<guid>http://idezet.hu.wordpress.com/2007/05/04/276/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;A szerelmeseket azért nem untatja az együttlét, mert mindig önmagukról beszélnek.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>"A szerelmeseket azért nem untatja az együttlét, mert mindig önmagukról beszélnek." (<strong>La Rochefoucauld</strong>)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://idezet.wordpress.com/2007/04/22/110/</link>
<pubDate>Sun, 22 Apr 2007 21:54:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>idezet</dc:creator>
<guid>http://idezet.hu.wordpress.com/2007/04/22/110/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Semmilyen álarc sem takarhatja el a szerelmet ott, ahol van, és nem színlelheti ott, ahol ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>"Semmilyen álarc sem takarhatja el a szerelmet ott, ahol van, és nem színlelheti ott, ahol nincs." (<strong>La Rochefoucauld</strong>)</p>
]]></content:encoded>
</item>

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